• Lucas M Esher

Leituras Recomendadas



A indicação destes livros não significa que eu concordo com tudo o que está escrito neles. Muitos fizeram parte da minha trajetória e me trouxeram bons insights, embora eu não compactue com certas ideias ali expostas.

Um exemplo: algumas obras têm a mania de tipificar as pessoas. O que isso quer dizer? Bom, que seus autores procuram dividir as pessoas em tipos ou grupos rígidos, como se os seres-viventes fossem prisioneiros de uma identidade classificável e incontornável.

Se você leu O Trabalho Invisível de um artista sabe que eu não sou nada fã desse tipo de abordagem. Caberá a tu, tatu, portanto, separar o joio do trigo (porque o seu joio pode muito bem ser o meu trigo, e vice-versa).


Os livros foram listados em ordem alfabética, a partir do sobrenome dos autores.



(Ah, e só mais um detalhe: alguns desses links são comissionados. Comprando por meio deles, você apoia o meu trabalho e me ajuda a continuar escrevendo. Obrigado!)



VAMOS À LISTA:



A Coragem de Ser Imperfeito, de Brené Brown

Viver é experimentar incertezas, riscos e se expor emocionalmente. Mas isso não precisa ser ruim. Como mostra Brené Brown, a vulnerabilidade não é uma medida de fraqueza, mas a melhor definição de coragem.

Quando fugimos de emoções como medo, mágoa e decepção, também nos fechamos para o amor, a aceitação e a criatividade. Por isso, as pessoas que se defendem a todo custo do erro e do fracasso acabam se frustrando e se distanciando das experiências marcantes que dão significado à vida.

Por outro lado, as que se expõem e se abrem para coisas novas são mais autênticas e realizadas, ainda que se tornem alvo de críticas e de inveja. É preciso lidar com os dois lados da moeda para se ter uma vida plena. Em sua pesquisa sobre vulnerabilidade, Brené Brown concluiu que fazemos uso de um verdadeiro arsenal contra a vergonha de nos expor e a sensação de não sermos bons o bastante, e que existem estratégias eficazes para nos desarmarmos.

Neste livro, ela apresenta suas descobertas e estratégias, toca em feridas e provoca insights, desafiando-nos a mudar a maneira como vivemos e nos relacionamos.


O Caminho do Artista, de Julia Cameron

O caminho do artista reúne uma série de exercícios, reflexões e ferramentas para ajudar a despertar a criatividade, recuperar a autoconfiança e se livrar dos bloqueios criativos.

Organizadas num programa de 12 semanas, essas técnicas vão ajudar a enfrentar medos, crenças e inseguranças – os maiores obstáculos, segundo a autora, para quem deseja expressar qualquer forma de arte.

Esse livro busca desmistificar a ideia de que o processo criativo precisa ser sofrido e extenuante, embora ele requeira uma boa dose de persistência e prática.


O Poder do Mito, de Joseph Campbell

O Poder do Mito nasceu de uma série de conversas entre Joseph Campbell e o jornalista Bill Moyers, numa combinação de sabedoria e descontração. O casamento, os nascimentos virginais, a trajetória do herói, o sacrifício ritual e até os personagens heróicos do filme Guerra nas Estrelas são abordados nesta obra.


Atenção, de Alex Castro

Na era da dispersividade e do descompromisso, os ensaios de Alex Castro investigam as diferentes maneiras de desenvolver nossa atenção e transformá-la em um instrumento de ação política.

Um livro para quem sabe que se tornar uma pessoa melhor para as outras pessoas é bem mais importante do que se tornar uma pessoa melhor apenas para si mesma.

Vivemos na era da desatenção, sempre fazendo tudo de maneira superficial e descompromissada. Desatenção não significa apenas falta de atenção ou de concentração, mas sobretudo falta de cuidado, de zelo, de carinho. É estar no mundo e não cuidar dele. É conviver com as pessoas sem verdadeiramente interagir. É passar pela vida como quem observa da janela de um trem, descortinando fugazmente ações das quais não tomará parte e paisagens que não conhecerá. É passar pela existência como um fruto que não é colhido e apodrece ao sol sem beneficiar a ninguém.

Nos ensaios de Atenção., inspirados tanto pelo pensamento da escritora e filósofa Simone Weil quanto nos ensinamentos do budismo engajado, Alex Castro analisa as diferentes maneiras pelas quais podemos exercitar nossa atenção para convertê-la em um instrumento de ação política. Praticar atenção não é um simples esforço de autoconhecimento ou desenvolvimento pessoal, e sim um ato político para o benefício alheio.

O propósito de Atenção. não é nos transformar em pessoas melhores, e sim em pessoas melhores para as outras pessoas, para que aquelas com as quais convivemos não tenham que lidar com nosso Eu mesquinho e intolerante, egocêntrico e defensivo. Amar é reconhecer plenamente a existência de outra pessoa, pois só amamos aquilo que conhecemos. Assim, nenhum ato político é mais transformador do que enxergarmos e aceitarmos, acolhermos e cuidarmos uma das outras.


Prisão Trabalho, de Alex Castro (gratuito)

Prisão Trabalho faz parte de uma série criada por Alex Castro sobre as prisões cognitivas que acorrentam nosso pensamento. Não se assuste com o tamanho dos textos de Alex: vale muito a pena ler o que ele tem a dizer sobre o mundo do Trabalho, o Dinheiro, a Verdade, a Religião e muitos outros temas cruciais.


Flow: A Psicologia do Alto Desempenho e da Felicidade, de Mihaly Csikszentmihalyi

Durante mais de vinte anos, o renomado psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi pesquisou sobre o estado de concentração total e satisfação profunda. Seus estudos revelaram que o que torna uma experiência genuinamente agradável é o que ele chama de “flow” ― um momento de completa concentração, em que estamos tão absortos em uma atividade que conseguimos alcançar um estado ideal de felicidade.

Neste livro, ele explica como esse mecanismo funciona no comportamento humano e o que podemos fazer para aprimorá-lo.


O Grande Computador Celeste, de Marcelo Del Debbio (gratuito)

Após receber inúmeros e-mails de pessoas pedindo ajuda, sem saber por onde iniciar seus estudos, Marcelo Del Debbio resolveu compilar uma série de artigos essenciais do blog Teoria da Conspiração neste livro. A ideia é que O Grande Computador Celeste sirva de introdução para todo e qualquer estudante interessado em mitologia, espiritualidade, simbolismo, magia e muito mais.


Site do Projeto Mayhem, de Marcelo Del Debbio (gratuito)

Todo o conteúdo do antigo blog Teoria da Conspiração está disponível, hoje, no site do Projeto Mayhem. Lá você encontrará milhares de artigos sobre espiritualidade, mitologia, simbolismo, religião, magia, templários, astrologia, tarô e muitos etcéteras.


Faça Boa Arte, de Neil Gaiman

Em maio de 2012, o autor Neil Gaiman subiu no palco da University of the Arts, na Filadélfia, para fazer um discurso de formatura. Durante dezenove minutos, ele dividiu com os formandos suas percepções sobre criatividade, bravura e força, encorajando os novos pintores, músicos, escritores e sonhadores a quebrar as regras, pensar de forma inovadora e, acima de tudo, Fazer Boa Arte.

O discurso virou um livro, que contém o texto de Gaiman na íntegra. Se preferir, o vídeo está disponível gratuitamente na internet, em vários sites (aqui vai uma opção, legendada).


Fora de Série: Outliers, de Malcolm Gladwell

O que torna algumas pessoas capazes de atingir um sucesso tão extraordinário e peculiar a ponto de serem chamadas de "fora de série"?

Costumamos acreditar que trajetórias excepcionais, como a dos gênios que revolucionam o mundo dos negócios, das artes, das ciências e dos esportes, devem-se unicamente ao talento. Neste livro, Malcolm Gladwell busca mostrar que o universo das personalidades brilhantes esconde uma lógica muito mais fascinante e complexa do que aparenta.

Baseando-se na história de celebridades como Bill Gates, os Beatles e Mozart, o autor indica que ninguém "se faz sozinho". Todos os que se destacam por uma atuação fenomenal são, invariavelmente, pessoas que se beneficiaram de oportunidades incríveis, vantagens ocultas e heranças culturais. Tiveram a chance de aprender, trabalhar duro e interagir com o mundo de uma forma singular.

Esses são os indivíduos fora de série – os outliers.


Pense como um Artista, de Will Gompertz

Sinopse da editora: A sabedoria e o pensamento criativo dos grandes artistas, de Da Vinci a Ai Weiwei, que podem ajudar a transformar sua vida Como editor de artes da BBC, Will Gompertz entrevistou e conviveu com muitos dos maiores artistas, diretores, escritores, músicos, atores, designers e pensadores criativos do mundo. E descobriu uma série de traços comuns a todos eles: práticas e processos básicos que estimulam e permitem que seus talentos floresçam. Combinando história da arte e estratégias criativas num livro realmente inspirador, o autor nos convoca a adotar esses processos e práticas. E ensina que, não importa nossa área de atuação, eles podem nos ajudar a alcançar coisas extraordinárias também. Usando como exemplo diversos artistas consagrados, entre eles Michelangelo, Van Gogh, Duchamp, Picasso, Andy Warhol, Ai Weiwei e Marina Abramovic, Gompertz trata de criatividade, autoconfiança e persistência. E mostra que para ser bem-sucedido mesmo o mais genial e revolucionário dos artistas precisou, e precisa, pensar diferente, fazer diferente, confiar em si mesmo, ser empreendedor e seguir em frente. Então, Pense como um Artista e... seja curioso de verdade – a descoberta das lentes ópticas por Caravaggio mudou a arte para sempre. Pense no contexto mais amplo e no detalhe mínimo – Turner transformou uma obra-prima com uma pequena pincelada de tinta vermelha. Seja empreendedor como Andy Warhol e Damien Hirst, e faça da criatividade seu bem mais valioso. E não tenha medo de errar. É quase sempre o plano B que dá certo – Mondrian passou anos pintando árvores antes de se tornar um mestre da abstração.


Dar e Receber, de Adam Grant

Em Dar e Receber, Adam Grant, pesquisador e professor da Wharton School, reúne suas conclusões sobre os motivos pelos quais algumas pessoas alcançam o “sucesso”, enquanto outras permanecem na “mediocridade”.

Ele explica que, nas interações profissionais, podemos atuar como tomadores, compensadores ou doadores. Os tomadores se esforçam para extrair o máximo possível dos outros. Os compensadores se empenham em promover trocas equilibradas. E os doadores representam um “tipo raro de indivíduo”, que ajuda os outros sem esperar nada em troca.

Com base em seus estudos, Grant argumenta que, ao contrário do que muitos pensam, as pessoas extremamente “bem-sucedidas”, nas mais variadas carreiras, não são as mais egoístas e implacáveis, nem as que agem com base no toma lá dá cá. Os que chegam “mais longe” são os doadores.

Ao examinar a base da “escala de sucesso”, o autor constatou, por outro lado, que os doadores também estão entre os menos “bem-sucedidos”. Um dos objetivos deste livro é diferenciar os dois tipos de doadores. Spoiler: Adam Grant indica que os doadores “bem-sucedidos” atuam de modo diferente em cinco “áreas-chave” – networking, colaboração, influência, negociação e liderança.


Roube como um Artista, de Austin Kleon

Sinopse da editora: Verdadeiro manifesto ilustrado de como ser criativo na era digital, Roube como um Artista, do designer e escritor Austin Kleon, ganhou a lista dos mais vendidos do The New York Times e figurou no ranking de 2012 da rede Amazon ao mostrar – com bom humor, ousadia e simplicidade – que não é preciso ser um gênio para ser criativo, basta ser autêntico. Baseado numa palestra feita pelo autor na Universidade do Estado de Nova York que em pouco tempo se viralizou na internet, Roube como um Artista coloca os leitores em contato direto com seu lado criativo e artístico e é um verdadeiro manual para o sucesso no século XXI. Nesta obra, Austin mostra através de mensagens positivas um olhar gráfico diferenciado, ilustrações, exercícios e exemplos de como o leitor pode “ativar” seu lado criativo. Austin Kleon, corajosamente, desfila novas verdades sobre criatividade: nada é original, então abrace as influências, colete ideias, misture e reimagine para achar seu próprio caminho. Se gosta de um artista, copie-o, e copie as referências deste artista, descubra de quem ele gosta, quem ele copia, quem é a sua influência, e tome tudo isto para si. Seja este artista, até a hora que vai sentir que não está mais copiando e sim criando sua própria versão. Mas para chegar neste ponto é preciso que fique esperto, tenha uma rotina, um emprego fixo que lhe dê dinheiro e que lhe traga suporte para ser “selvagem” e ousado dentro de sua imaginação. O mais importante para os leitores é que Roube como um Artista é focado na praticidade. Kleon quer transformar, mudar, fazer o leitor descobrir e ativar sua própria criatividade, e espera conseguir isto com todas as dicas e macetes que cita no livro. Roube como um Artista é uma obra curta e intensa, um tiro certeiro para despertar aquele lado criativo que dorme dentro de todos os leitores.


O Homem e seus Símbolos, de Carl Gustav Jung, Joseph L. Henderson, M.-L. von Franz, Aniela Jaffé, Jolande Jacobi e John Freeman.

Quando algo escapa de nossa consciência, não deixou de existir, do mesmo modo que um automóvel que desaparece na esquina não se desfez no ar – apenas o perdemos de vista. Assim como podemos, mais tarde, ver novamente o carro, também reencontramos pensamentos temporariamente perdidos. Parte do inconsciente consiste, portanto, de uma profusão de pensamentos, imagens e impressões provisoriamente ocultos e que, apesar de terem sido perdidos, continuam a influenciar nossas mentes conscientes. Um homem desatento ou distraído pode atravessar uma sala para buscar alguma coisa. Ele para, parecendo perplexo; esqueceu o que buscava. Suas mãos tateiam pelos objetos de uma mesa como se fosse um sonâmbulo. Não se lembra do seu objetivo inicial, mas ainda se deixa, inconscientemente, guiar por ele. Percebe então o que queria. Foi o seu inconsciente que o ajudou a se lembrar.


Sincronicidade: O Caminho Interior para a Liderança, de Joseph Jaworski

O autor convida cada um de nós a olhar para dentro de si e procurar compreender sua missão individual nessa existência. Ao fazer isso, poderemos enxergar o que a vida espera de nós, e então desenvolver nosso pleno potencial e o tipo de liderança necessário para enfrentar as complexidades de nossa época.

Tendemos a ver o mundo e a própria vida como divididos e fragmentados, quando, na verdade, a própria ciência já descobriu que todos os elementos estão conectados, seguindo uma ordem invisível que entrelaça tudo no universo.

Quando abrimos nossa visão e nos esforçamos para perceber essa interligação e abraçar essa ordem, a vida se torna plena de significado e passamos a viver em um constante estado de sincronicidade: eventos e pessoas altamente significativos cruzam nosso caminho e revelam o verdadeiro propósito de nossa existência, ajudando-nos assim a atingir o potencial de liderança inerente a cada um de nós.


A Mente Imensurável, de Jiddu Krishnamurti

Quando você está completamente atento não existe um centro, um "eu". Assim o cérebro se torna quieto. Porém, não é o silêncio cultivado pelo pensamento, mas sim pela inteligência. Neste silêncio acontece o inominável, o sagrado, imutável, não tocado pelo pensamento. É o caminho da compaixão. E, então, aquilo que é sagrado é eterno. Isso é meditação. É uma vida sagrada de grande beleza e integridade.

Este é apenas um, dentre os muitos livros lançados, com as palavras de Krishnamurti. Pegue um, o que mais lhe chamar a atenção, e deleite-se.


Como Encontrar o Trabalho da sua Vida, de Roman Krznaric

Como levar a vida profissional para novas direções? O desejo por um trabalho gratificante é uma das grandes aspirações dos tempos modernos, e este livro aborda os caminhos possíveis para realizar esse objetivo.

Como Encontrar o Trabalho da sua Vida explora as contradições que cada um enfrenta para ter dinheiro e reconhecimento profissional e, ao mesmo tempo, fazer algo significativo que esteja em sintonia com o talento individual.

Roman Krznaric aborda, neste livro, o senso de realização e propósito do trabalho na vida, a vocação para cada atividade e a determinação para fazer escolhas fundamentais na vida profissional. Segundo o autor, o receio na tomada de decisões profissionais mais drásticas, desde a juventude, faz com que uma pessoa acabe se acomodando em posições que podem não agradá-la.

Acreditando que a realização profissional se dá através de um conjunto de fatores, que partem da escolha de uma área na qual a pessoa possui vocação e gosto, Krznaric lembra que a coragem para buscar a área de maior interesse é fundamental na carreira. Ao recorrer à sociologia, psicologia, história e filosofia, o autor busca ajudar o leitor a seguir um rumo nesse labirinto de opções, superar o medo da mudança e encontrar uma carreira que o fará prosperar.


Sentidos do Caleidoscópio, de Bia Machado

Neste livro, a Mística – e, especialmente, a obra do grande mestre sufi Ibn’ Arabî – é (re)apresentada ao leitor contemporâneo por meio de operadores de leitura extraídos principalmente da psicanálise e do estruturalismo. Trata-se de um "diálogo transcultural”.


Para mais textos da Bia, veja os Artigos dela no Site do Outras Palavras.


Mais Platão, Menos Prozac, de Lou Marinoff

Mais Platão, Menos Prozac mostra como identificar um problema, expressar emoções construtivamente, analisar opções e contemplar uma filosofia que ajude a escolher a melhor opção, resgatando o equilíbrio pessoal.

O autor, Lou Marinoff, é o principal líder, nos Estados Unidos, de uma nova corrente de pensamento que aplica a filosofia ao dia-a-dia, utilizando as obras dos maiores pensadores da história para ajudar as pessoas a resolverem seus próprios problemas.

Professor de filosofia no City College, de Nova York, Lou Marinoff acredita que a maioria dos problemas psicológicos atuais podem ser atenuados pelo aconselhamento filosófico. Em seu escritório, Marinoff recebe uma clientela muito semelhante à que vai aos consultórios de muitos terapeutas novaiorquinos. São homens e mulheres angustiados, com problemas afetivos e profissionais, à procura de soluções para os seus conflitos.

Mas quem procura o dr. Marinoff não está interessado em manter longas conversas, discutindo toda a sua vida desde as primeiras lembranças da infância. Nem quer encontrar a saída dentro de um frasco de antidepressivos. Quem vai ali busca uma nova filosofia.

Através do aconselhamento filosófico proposto por Marinoff, Platão, Aristóteles, Kant e Kierkegaard, entre outros, são mais úteis que Freud, Lacan e Jung para pensar em questões corriqueiras como conflitos amorosos, mudanças profissionais e o temor da morte.

Este livro traz estudos de casos extraídos das experiências dos principais conselheiros filosóficos e mostra a eficácia da filosofia aplicada aos problemas cotidianos. O livro analisa, ainda, como ocorreu o crescimento acelerado do aconselhamento filosófico e retoma o cerne da filosofia: colocar a vida em perspectiva.


Pergunte a Platão, de Lou Marinoff

Do mesmo autor de Mais Platão, Menos Prozac, este livro se propõe a continuar mostrando como a filosofia pode transformar sua vida.


Promethea – Vol. 1 e Promethea – Vol. 2, de Alan Moore

Série de HQs em que Alan Moore compartilha muito do seu conhecimento sobre arte, magia e simbolismo.

Sinopse da editora: a vida de Sofia Bangs saiu de controle desde o dia que a jovem decidiu fazer seu trabalho de conclusão de curso sobre a figura mitológica de Prometeia. Quando foi entrevistar Barbara Shelley – esposa do último escritor a escrever sobre a personagem e última mulher a encarnar a entidade – para a pesquisa, a vida da jovem estudante cruzou com a da lenda e seus caminhos tornaram-se um só. Sofia descobriu uma nova dimensão sobre a lenda de Prometeia e passou a explorar uma trilha mística pela Imatéria através das múltiplas camadas que envolvem nossa realidade. Cada novo passo na Imatéria leva a experiências de alteração de consciência, encontros lendários, novos conhecimentos e novas formas de ver e lidar com o mundo. Mas desafios e inimigos aguardam Sofia tanto na Imatéria quanto na Terra, fazendo com que a jornada em busca da sabedoria seja repleta de obstáculos.

(Outra obra do autor, citada neste livro, Watchmen, pode ser encontrada clicando aqui).


Como Superar seus Limites Internos, de Steven Pressfield

Em Como Superar seus Limites Internos – nova edição do livro A Guerra da Arte –, o romancista Steven Pressfield identifica o “inimigo” que todos precisamos enfrentar em nós mesmos, traçando um “plano de batalha para o vencermos e apresentando importantes ensinamentos para alcançarmos o máximo de sucesso”.

O autor enfatiza ainda a resolução necessária para reconhecer e superar os obstáculos à ambição, e mostra, com clareza, como chegar ao mais alto nível de disciplina criativa.


Comunicação Não-Violenta, de Marshall Rosenberg

Este livro pretende ser um “manual prático” que apresenta a metodologia criada pelo autor, voltada para aprimorar os relacionamentos interpessoais e diminuir a violência no mundo.


Poemas Místicos, de Jalal ud-Din Rumi

Este livro é composto de 79 poemas selecionados de uma obra com mais de cinco mil. Estes refletem a intensidade místico-amorosa e a força partilhada entre o encontro de Rumi e Shamsud-Din de Tabriz.


Felicidade Autêntica, de Martin Seligman

De acordo com Martin Seligman, pesquisador da psique humana e fundador da psicologia positiva, não basta acabarmos com o sofrimento para sermos felizes, e sim descobrirmos o que há de melhor dentro de nós. O autor diz que a felicidade pode ser cultivada, desde que saibamos utilizar alguns traços e qualidades que já possuímos, como bondade, originalidade, humor, otimismo e generosidade. Lançando mão de nossas “forças pessoais" em todos os setores fundamentais da vida, desenvolvemos amortecedores naturais contra a infelicidade e as emoções negativas. Seligman pretende elaborar, neste livro, um debate sobre a natureza da felicidade.

Florescer, de Martin Seligman

Partindo do princípio de que a psicologia, mais do que aliviar o sofrimento humano, deve elevar a qualidade de vida individual e coletiva, o psicólogo Martin Seligman apresenta uma nova tese sobre a felicidade. Segundo Seligman, a felicidade faz parte do bem-estar, mas só ela não dá sentido à vida. Ao contrário do que prega o senso comum, a felicidade não é tudo que devemos buscar na existência. Ela é apenas um dos cinco pilares que sustentam o nosso bem-estar (os outros quatro são: Engajamento, Relacionamentos, Sentido e Realização).

A partir desses conceitos, o autor argumenta que podemos fazer Florescer talentos, relacionamentos mais profundos e contribuições com mais sentido para o mundo.


Aprender a Aprender, de Idries Shah

Neste livro, estão reunidas cem conversas com Idries Shah, falando sobre como e por que os sufis aprendem o que aprendem; como o entendimento espiritual se desenvolve e se deteriora em todas as sociedade; e como a psicologia tradicional pode iluminar os problemas humanos, sociais e espirituais da atualidade.

Existem vários outros livros disponíveis, reproduzindo conversas e palestras do autor. Recomendo-os fortemente, sem ressalvas. Eu comecei por este, mas – quem sabe? – talvez seu caminho seja diferente e singular.


Histórias dos Dervixes, de Idries Shah

Embora extremamente atraentes como fonte de entretenimento, as histórias aqui reunidas são comparáveis, em termos de sagacidade e construção, com os contos mais refinados de qualquer cultura. Entretanto, a verdadeira função deste material é um tanto desconhecida no mundo moderno, ao ponto de nos faltarem meios para descrevê-la.

Histórias dos Dervixes reúne os frutos de mil anos de desenvolvimento, ao longo dos quais mestres dervixes adotaram essas e outras histórias de ensinamento para instruir seus discípulos. Afirma-se que esses contos são capazes de transmitir poderes de uma percepção crescente, que o homem comum desconhece.


As Gaiatices do Incrível Mulá Nasrudin, As Façanhas do Incomparável Mulá Nasrudin e As Sutilezas do Inimitável Mulá Nasrudin, de Idries Shah

Nasrudin é um personagem clássico no Oriente Médio. Suas histórias são um exemplo dos surpreendentes métodos utilizados por culturas do passado, nos quais as narrativas constituíam um veículo para a transmissão de conhecimento.

Ao longo de sua vida, Idries Shah coletou milhares de histórias de Nasrudin, de fontes orais e escritas, adaptando-as às necessidades do Ocidente e de nossa época.


Uma Nova Ciência da Vida, de Rupert Sheldrake

Segundo o biólogo Rupert Sheldrake, quanto mais frequente um fenômeno, mais provável ele é. Ele chama esse processo de ressonância mórfica: as formas e os comportamentos de organismos no passado influenciam organismos no presente. Ele reinterpreta as regularidades da natureza, afirmando que elas são mais parecidas com hábitos do que com leis imutáveis. Este livro apresenta suas investigações sobre a natureza da realidade biológica e física.


Você é Criativo, Sim Senhor!, de Henrique Szlko

Sinopse da editora: Conheça uma teoria que desvenda de maneira simples e divertida todos os mistérios do desbloqueio criativo. Padrão, Neurônios Virgens, Hormônios Disciplinares, Efeito Supositório, Esfarrapadium, Comparômetro, Gangorra Vital, Presente Absoluto, Honesting, Castelo de Legos, São Magaiver, Listas Mentais e mais uma infinidade de metáforas divertidas, memoráveis, mas principalmente esclarecedoras e muito, muito pertinentes. Você vai entender a Criatividade e o comportamento humano de uma forma que jamais imaginou. Para Szklo, tudo na vida é relativo, mas tudo tem explicação. Não que a NeuroCriatividade Subversiva seja a pura expressão da verdade, até porque o autor não acredita que tal coisa exista. Porém, a lógica da teoria, de tão óbvia, chega a ser desconcertante. Acredite, este livro pode mudar sua vida. Ou não.


Crianças Índigo: 10 anos depois, de Lee Carroll e Jan Tober

Brilhantes, inteligentes e agitadas, as crianças índigo eram vistas como parte de uma revolução espiritual, que provocaria uma nova era de crescimento psíquico e intelectual. Dez anos depois, elas se tornaram os adolescentes índigo e estão terminando os estudos, começando a trabalhar e enfrentando um novo desafio: como se adaptar à vida adulta. Há uma década, Lee Carroll e Jan Tober escreveram Crianças Índigo, um guia para os pais desses pequenos e (tantas vezes) incompreendidos seres. Neste novo livro, professores e líderes empresariais expõem novas descobertas a respeito dos índigos, na intenção de alimentar uma conversa sadia sobre como podemos ajudá-los. Afinal, enquanto muitos índigos brilham no mundo, outros enfrentam grandes problemas. Mas não precisa ser assim.




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